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  <title>Red Drop</title>
  <subtitle>red is for love (and more)</subtitle>
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  <updated>2008-09-16T14:09:23Z</updated>
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    <title>Capítulo 2 de Desejos da carne, segredos da alma</title>
    <published>2008-08-27T13:19:35Z</published>
    <updated>2008-09-16T14:09:23Z</updated>
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    <lj:music>Madonna - Hung Up</lj:music>
    <content type="html">&lt;b&gt;Título:&lt;/b&gt; Desejos da carne, segredos da alma &lt;b&gt;[Parte 2]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor(a):&lt;/b&gt; Red_Drop&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Personagens:&lt;/b&gt; Os integrantes do grupo &lt;i&gt;Kanjani8&lt;/i&gt; (da &lt;i&gt;Johnny’s Entertainment&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Classificação:&lt;/b&gt; MUITO imprópria para menores e pessoas puritanas (contém sexo, &lt;i&gt;oh yeah&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Advertência:&lt;/b&gt; Não leia se a temática (RPS, gender switch, het sex, cenas gráficas de sexo e outras coisinhas mais. Qualquer dúvida sobre essas classificações, dê uma olhada no post do primeiro capítulo da fic – é só clicar na tag de “fic: desejos da carne segredos da alma” – onde dei uma explicação mais específica a respeito do que esperar dessa fic) te desagrada ou te ofende em qualquer sentido, não escrevi isso para ofender ninguém, isso é um trabalho de ficção, representando uma situação que jamais aconteceu de verdade (&lt;i&gt;well duh!&lt;/i&gt;), escrito para puro entretenimento de uma fã (e de quem mais tiver interesse em algo estranho assim! xD).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resuminho rápido:&lt;/b&gt; E se Shibutani Subaru virasse uma mulher de repente?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Nesse capítulo em particular não vai ter cena de sexo! =O&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota extra da autora:&lt;/b&gt; Esse fic é a “materialização” e adaptação de um dos sonhos mais estranhos que já tive em minha vida, nele Subaru virava mulher e acabava se envolvendo sexualmente com alguns dos meninos do grupo Kanjani8. Foi um sonho bem detalhado por si só, mas ainda usei de minha imaginação para acrescentar coisas e situações. Parti do pressuposto que todos os integrantes da banda tendem a agir de forma excessivamente carinhosa quando o indivíduo em questão é Subaru, sempre notei que ele é constantemente tratado como “a pessoa frágil” do grupo e imaginei que isso pioraria se ele se tornasse uma mulher. Não duvido nada que alguns deles fossem querer casar com ela (haha, sério! Dá até pra visualizar Murakami, Yasuda e Maruyama disputando o posto de marido), enquanto outros não dispensariam a facilidade do sexo entre amigos próximos (Yokoyama aceitaria qualquer coisa que envolvesse sexo fácil e Nishikido não conseguiria conter a tensão sexual que sente perto de Subaru se a dificuldade dele ser um homem também deixasse de existir, tenho certeza! &amp;gt;D) se uma menina fizesse parte do grupo. (Achei que deveria explicar um pouco as razões para estar escrevendo algo tão fora dos padrões comuns)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desejos da carne, segredos da alma - Parte 2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisava pegar o trem-bala, o metrô e ainda andar quinze minutos de bicicleta – preferia alugar uma bicicleta ao invés de pegar táxi, assim aproveitava para se exercitar - para chegar lá, ainda assim fazia tudo isso com um enorme sorriso no rosto todas as semanas. Passaria por todo aquele processo &lt;i&gt;todos os dias&lt;/i&gt; se lhe fosse permitido.&lt;br /&gt;	Estacionou a bicicleta azul cintilante no local de sempre e respirou fundo o ar fresco da manhã antes de subir os dois degraus que levavam à porta da pequena casa. Por fora ela parecia menor, mas até que era espaçosa e arejada por dentro, visivelmente não chegava nem perto de ser uma das melhores casas da rua, mas também não era a pior e o fato de ter sido comprada por todos eles juntos a tornava especial, era quase como o segundo lar para todos eles. A vizinhança era boa também, a maioria composta por casais idosos, aposentados que queriam aproveitar dias serenos, que dificilmente saiam de casa não fosse para comprar suprimentos ou participar de pequenos festivais, feiras e eventos em bairros próximos. Mas era muito importante que a casa fosse localizada em um lugar assim, havia sido um dos principais diferenciais para que ela fosse escolhida, sendo distante de todos os grandes centros comerciais do Japão, localizada em um bairro sem muita movimentação e circulação de pessoas, além de apresentar ausência quase que total de jovens e crianças pelos arredores. Era o lugar perfeito para que eles pudessem circular mais livremente sem serem notados ou chamarem muita atenção. E tinha que ser uma casa, porque isso garantia maior privacidade que um apartamento, por mais que a compra da casa tivesse exigido boa parte das economias de todos eles. Estavam juntos na confusão que havia mudado tão drasticamente a dinâmica do grupo, tomaram decisões conjuntas e resolveram com espontaneidade absoluta que todos tomariam parte e responsabilidade nas ações necessárias para amenizar a situação.&lt;br /&gt;	Então, o primeiro passo foi comprar essa casa, um lugar que até agora tinha exercido bem sua função de &lt;i&gt;porto seguro&lt;/i&gt;. Dificilmente tinham condições de se reunir todos ali, o fato era que isso só tinha acontecido uma única vez desde a compra do imóvel, as visitas eram mais discretas e passavam quase totalmente despercebidas quando um por vez chegava por lá, até porque eram pessoas muito ocupadas e certamente não conseguiam tempo todos os dias para fazer aquela &lt;i&gt;quase&lt;/i&gt;  viagem.&lt;br /&gt;	Mas ninguém aceitou deixar que o único morador, ou moradora em verdade – ainda não haviam se acostumado totalmente com essa idéia -, da casa ficasse sozinho por mais de um dia. Daí surgiu a idéia de reservar um dia da semana para cada um deles. Obviamente as visitas não cumpriam o script estabelecido com perfeição, alguns dias a quantidade de visitantes excedia o limite de uma pessoa, em outros, algum atarefado cedia o seu dia para alguém que estivesse com mais tempo livre, a mãe do morador também acabava aparecendo com uma boa freqüência. Não havia regras exatamente, era mais como se eles tivessem metas conjuntas que até o momento estavam funcionando muito bem.&lt;br /&gt;	Hoje ele resolveu vir de surpresa, não era o seu dia, mas tinha novidades e não agüentaria ter que esperar mais dois dias até que seu dia de visita chegasse. Ainda tinha uma entrevista marcada para o período da tarde, mas como havia conseguido chegar cedo daria tempo de sobra para conversar bastante e para que Shibutani provasse todas as roupas que ele havia comprado para ela em sua última visita às diversas lojas de &lt;i&gt;Shibuya&lt;/i&gt;. Desde que Subaru havia se tornado uma mulher os dois não tinham tido a oportunidade de passear juntos como costumavam fazer antes, Yasuda sentia imensa falta de seu parceiro de compras, mas sabia que escândalos dos mais diversos tipos surgiriam caso ele fosse visto em um local tão movimentado junto de uma garota, ainda mais uma garota &lt;i&gt;tão&lt;/i&gt; parecida com Shibutani Subaru, que ainda não tinha sido localizado pela imprensa desde a sua demissão da &lt;i&gt;Johnny’s&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;	Enquanto abria a porta com a chave que havia ganhado – Murakami havia feito uma cópia para cada um deles -, ficava tentando imaginar a cara que Shibutani faria ao ver os presentes. Será que ele se irritaria muito com as poucas peças femininas misturadas com tantas outras masculinas – do menor tamanho encontrado, sabendo que Shibutani havia diminuído alguns centímetros de várias partes do corpo desde a mudança - que Yasuda não havia resistido comprar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Shibuyan estou en- &lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;	Sorriu e fechou a porta atrás de si com cuidado sem sequer se preocupar em terminar a frase ao registrar a visão diante dele. Deitada no pequeno sofá, com as pernas dobradas e a cabeça apoiada em um dos braços, estava Shibutani.&lt;br /&gt;	Abandonou sua mochila em cima da mesa antes de seguir em direção ao sofá com um sorriso de divertimento nos lábios. Agachou-se na frente do sofá e ficou observando Shibutani respirar de maneira compassada enquanto dormia alheia a sua presença ali. Não conseguiu conter um risinho ao notar que por baixo da larga camiseta branca que estava erguida até seu quadril, ela usava apenas uma de suas muitas cuecas vermelhas. Acariciou com cuidado a canela dela, tentando desperta-la com seu contato e teve que rir outra vez quando ela simplesmente mudou de posição sem sequer abrir os olhos. Só quando ele aplicou um beijo firme em sua coxa ela abriu os olhos intrigados e franziu o cenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Yasu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Nossa, mas que falta de entusiasmo é esse? – Perguntou em meio ao riso. – Vim te fazer uma visita surpresa, não gostou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Sorriu, seus cabelos estavam bagunçados como sempre ficavam depois de muito tempo dormindo. Provavelmente se mexia demais enquanto estava adormecida.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Claro que &lt;i&gt;não&lt;/i&gt; gostei, quem você pensa que é para chegar invadindo minha casa assim? – Brincou com um tom cheio de sarcasmo, mas logo estava sorrindo ante a expressão exageradamente ofendida do outro. – Eu estava mesmo querendo falar com você, Sho-&lt;i&gt;chan&lt;/i&gt;, tenho uma novidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Também tenho novidades, mas já que você começou fale logo. – Ergueu as pernas dela e sentou-se no sofá, apoiando-as em seu colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Pegou a mão de Yasuda e começou a passa-la por sua perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Sente alguma diferença? – Perguntou depois de um tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Você raspou a perna! – Yasuda constatou surpreso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Demorou pra perceber, heim? – Riu e soltou a mão de Yasuda, mas o último continuou a acariciar a sua perna por conta própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- É que você já não tinha quase nada de pêlo de qualquer maneira, mas agora ficou tudo lisinho! Que idéia foi essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Fui ao mercado comprar leite ontem e notei que algumas pessoas ficaram discretamente olhando de jeito estranho minhas pernas, aí me toquei que garotas não têm pêlos nas pernas, por mais que eles sejam fininhos elas tiram e que eu estava pagando uma de desleixado lá com a bermuda mostrando as canelas cabeludas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Yasuda gargalhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- E aí aproveitei e fiz isso também pra evitar outra situação dessas. – Com movimentos rápidos, sentou-se no sofá e retirou a camiseta, mantendo os braços erguidos para exibir suas axilas lisinhas. – E eu pensando que ia me livrar do barbeador agora que não tinha mais pêlo no rosto. – Finalizou em tom bem humorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Mas que sem modos! – Reclamou Yasuda apanhando a camiseta que fora jogada no chão e usando-a para cobrir Shibutani, que tinha nada além da cueca vermelha para esconder sua nudez agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Mas que drama todo é esse? Como se você não já fosse acostumado a me ver &lt;i&gt;sem nada&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Não depois de você ter ficado assim. – Ele não conseguiu evitar corar vigorosamente, o que arrancou uma gargalhada sibilante de Shibutani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- É cada uma! Não me venha com frescura dizendo que agora tem vergonha de mim só porque sou, de certa forma, uma mulher. – Estava rindo ainda, mas seus olhos fixos em Yasuda o provocavam, desafiavam até.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Bem, sim! Ao menos um pouco, - cruzou os braços. – Não tem como me sentir como antes te vendo sem roupas se agora você tem outro corpo, não esqueça de que não é todo dia que alguém com seios fica tirando a camiseta como se não tivesse problema algum nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Eu não vejo problema algum nisso, - deu de ombros. – Especialmente se for em sua frente. Você nem gosta de mulher mesmo. – Acrescentou em tom brincalhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	-Ei! – Deu uma tapa estalada na coxa dela. – Se continuar tentando me irritar eu não te dou mais os presentes que trouxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-	Ah não, Sho-&lt;i&gt;chan&lt;/i&gt;! Tem que me dar! Qual foi o sentido de você os ter comprado se não vai me entregar? Eu quero ver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yasuda riu da forçada expressão de desgosto. – Certo, eu vou te entregar os presentes, mas você tem que se comportar e não reclamar do que eu trouxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, posso tentar, - começou a vestir a camiseta. - Mas se você trouxe algo ruim aí já não me responsabilizo por minhas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu mais um tapa na perna dela antes de seguir para retirar as sacolas de dentro de sua mochila. Resolveu mostrar as peças masculinas primeiro e ficou extremamente feliz com a expressão animada de Shibutani enquanto ela avaliava cada peça e agradecia com bastante sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora, tenho uma surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shibutani o olhou cheia de curiosidade.&lt;br /&gt;Yasuda retirou o último pacotinho de dentro da sacola e colocou nas mãos dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Abra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi isso mesmo que ela fez, rasgando a embalagem colorida sem piedade alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah! – Foi o som que conseguiu emitir em meio a sua surpresa. Olhou para Yasuda parecendo estupefata. – Mas por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, - riu sem jeito. – Só achei que não custaria nada você experimentar. É o tipo da coisa, acho que você deveria provar tudo o que não podia provar antes até que tudo volte ao normal um dia, porque acho que tudo vai voltar ao normal. – Acariciou os cabelos de Shibutani com muito afeto. – Eu faria isso, aproveitaria bastante para experimentar, além disso, - Sorriu voltando a corar. – Acho que você ficaria bem usando isso aqui. – Apontou a saia, menor e bem mais feminina do que as que Shibutani costumava usar em suas apresentações, que ainda se encontrava dentro da embalagem destroçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shibutani sorriu e mordeu de leve o lábio inferior, parecendo levemente sem jeito. – Você é o rei dos bestas, mas de vez em quando fala algumas coisas que até fazem algum sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yasuda riu. – Então você vai usar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou sim, mas só como teste, quero ver se vou pelo menos conseguir vestir isso aqui. – Ergueu um sutiã preto com renda na parte superior e um pequeno laço de cetim ao centro. – Ainda por cima você escolhe um tão enfeitado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agradeça por eu não ter comprado um cor-de-rosa que achei uma graça!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu testaria o rosa em vocês antes de usá-lo. – Brincou. – Mas não foi constrangedor entrar na sessão feminina pra comprar esse tipo de coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não pra mim, você sabe que não ligo pra esse tipo de coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você adora chamar a atenção mesmo. – Moveu a cabeça negativamente, admirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riu. – Você que tem vergonha de tudo! Agora vá provar logo tudo o que eu trouxe, quero ver se escolhi os tamanhos certos, tenho trabalho pela tarde e não posso ficar muito mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora vou ter que ficar brincando de modelo com você, era só o que me faltava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como reclama! – Disse em meio ao riso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, vou começar provando esses sutiãs aqui, mas quero saber qual deles fica mais sexy, ouviu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E por que essa curiosidade quanto a isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pra decidir qual deles vou usar hoje a noite quando for encontrar com Maru. – Informou com naturalidade enquanto se erguia do sofá com as peças íntimas em mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yasuda sentiu seu corpo inteiro ficar tenso abruptamente quando aquelas palavras foram desferidas por Shibutani. Ficou confuso e sentiu um leve aperto em seu coração, mas por não entender devidamente as muitas emoções que circulavam em seu corpo como um turbilhão naquele momento, preferiu ficar calado e não questionar nada. Engoliu em seco e forçou um sorriso, esperando Shibutani terminar de vestir a primeira peça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Red_Drop&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;</content>
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    <title>Primeiro post! E fic!</title>
    <published>2008-08-26T01:50:47Z</published>
    <updated>2008-09-15T18:57:35Z</updated>
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    <lj:music>The Hives - Hate to say I told you so</lj:music>
    <content type="html">E não é de se estranhar que o primeiro post já seja fanfic.&lt;br /&gt;Também não é de se estranhar que o fic seja impróprio. hehe&lt;br /&gt;E esse vem com restrições para quem não gosta de coisas ainda mais estranhas que RPS (Real Person Slash - yaoi com pessoas de verdade, pra quem não sabe).&lt;br /&gt;Esse fanfic vai ser dividido em capítulos e vai conter:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;01.&lt;/b&gt;Muitas cenas eróticas apresentadas de forma bem descritiva;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;02.&lt;/b&gt;Gender switch/troca de sexo, como você preferir chamar (oh, sim, aprovo bizarrices também);&lt;br /&gt;&lt;b&gt;03.&lt;/b&gt;Em conseqüência do #02, claramente teremos het sex/ sexo hetero (aviso especial para aquelas que só gostam de ler fics male/male);&lt;br /&gt;&lt;b&gt;04.&lt;/b&gt;RPS (explicado no primeiro parágrafo desse post);&lt;br /&gt;&lt;b&gt;05.&lt;/b&gt; Foco central no erotismo e no sexo;&lt;br /&gt;&lt;s&gt;&lt;b&gt;06.&lt;/b&gt;Favoritismo de personagem, de leve~ :D&lt;/s&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Agora, informações extras do fic:&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Título:&lt;/b&gt; Desejos da carne, segredos da alma &lt;b&gt;[Parte 1]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor(a):&lt;/b&gt; &lt;span class='ljuser ljuser-name_red_drop' lj:user='red_drop' style='white-space: nowrap;'&gt;&lt;a href='http://red-drop.livejournal.com/profile'&gt;&lt;img src='http://l-stat.livejournal.com/img/userinfo.gif' alt='[info]' width='17' height='17' style='vertical-align: bottom; border: 0; padding-right: 1px;' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href='http://red-drop.livejournal.com/'&gt;&lt;b&gt;red_drop&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Personagens:&lt;/b&gt; Os membros do grupo Kanjani8&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Classificação:&lt;/b&gt;Aquela que contém sexo e que crianças não devem ler (sou péssima pra classificar essas coisas)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Advertência:&lt;/b&gt;IMPRÓPRIA PARA MENORES!! NÃO CLIQUEM NO LINK QUE LEVA PARA O FIC, CRIANÇAS!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resuminho rápido:&lt;/b&gt; E se Subaru virasse uma mulher?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi quase como se em um passe de mágica algo impossível tivesse acontecido, o improvável estava bem diante dos olhos deles e algo com o qual eles já estavam tão acostumados foi afetado. Ou talvez a palavra certa fosse “modificado”.&lt;br /&gt;	A situação era tão absurda que era difícil de acreditar. Subaru, aquele mesmo Subaru que eles já conheciam há tantos anos, havia se tornado uma &lt;i&gt;mulher&lt;/i&gt; e nada nesse mundo poderia justificar o absurdo disso tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espere, - pôs a mão na testa parecendo apreensivo. – Explique outra vez como isso foi acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas já expliquei! – Cruzou os braços, claramente exasperada. – Quantas vezes mais terei que explicar? – Resolveu prosseguir, mas não antes de sentar-se no sofá com cara emburrada. – Estava jogando com Yoko-&lt;i&gt;chan&lt;/i&gt; em um bar, então esse louco, - apontou um dedo acusador para o mais velho do grupo. – Resolveu chamar uns senhores estranhos que estavam jogando cartas em outra mesa, ficou um tempão perguntando o que eles estavam jogando e se queriam se juntar a nós, isso porque ele queria adversários mais fortes para jogar contra ele, já que eu havia perdido por três vezes consecutivas, então os velhos aceitaram, mas disserem que nós tínhamos que jogar de acordo com as regras deles. Eu perdi, e segundo as regras tinha que beber o que eles chamavam de “poção da troca”, cheirava bem e era cor-de-rosa, achei que era inofensivo, até porque não senti nada de imediato. Mal cheguei em casa e comecei a me sentir estranho, minutos depois estava &lt;i&gt;assim&lt;/i&gt;. – Apertou por cima da camisa seus pequenos seios, querendo enfatizar o estado em que se encontrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um dos cantos do sofá, Yokoyama engoliu em seco e desviou o olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E agora?!? Precisamos encontrar aqueles senhores! – Murakami estava prestes a entrar em desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nós já tentamos, mas não encontramos nem sinal deles. – Shibutani esclareceu. – Não sei o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas temos que continuar procurando, as coisas não podem ficar assim! – Aproximou-se do sofá e aplicou uma tapa no lado esquerdo da cabeça de Yokoyama. – Está vendo só o que suas idéias fizeram? Agora você precisa me ajudar a encontrar aqueles velhos! Subaru não pode ficar &lt;i&gt;assim&lt;/i&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, por mais que a gente tentasse esconder o fato dele ter &lt;i&gt;seios&lt;/i&gt;, creio que não demoraria até todos perceberem as pequenas diferenças. – Ohkura falou em tom manso de sua posição, recostado na estante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele está menor, com as feições do rosto mais delicadas do que antes, sem contar com as curvas do corpo e as mãos de menina. – Constatou Nishikido. – Nunca daria para esconder algo assim, até porque é muito difícil esconder seios, por menor que eles sejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei! Eles não são tão pequenos assim! – Protestou Shibutani, tornando a apalpar seu corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yokoyama desviou o olhar novamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pare com isso! – Murakami deu uma tapa na cabeça de Shibutani que foi visivelmente mais fraca que as que ele costumava dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas é verdade! – Shibutani falou fazendo biquinho. – Quer sentir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta de Murakami veio na forma de outra tapa. Mas Yokoyama resolveu falar mesmo a pergunta não tendo sido direcionada a ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu quero!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ohkura riu baixinho. – Você estava louco para ter essa oportunidade, não é mesmo, Yokoyama-&lt;i&gt;kun&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais velho riu meio sem graça. – Bem, &lt;i&gt;peitos são sempre peitos&lt;/i&gt;, não é mesmo? Por mais que sejam do Subaru-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei! O que tem de errado com &lt;i&gt;meus&lt;/i&gt; peitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ninguém vai sentir nada por aqui! – Murakami praticamente gritou, seus olhos voltados para Yokoyama, um olhar tão ameaçador que fez o mais velho se sentir incapaz de levantar do sofá onde estava sentado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, não saia decidindo as coisas por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você fique quieto! – Tornou o olhar furioso para Shibutani, que preferiu ficar calado. – Vamos todos tentar resolver essa situação antes que ela piore ainda mais, Yoko e Subaru, vocês vão nos passar todas as informações que vocês tiverem sobre os velhos agora mesmo, vamos todos começar a procurar por eles, não vamos falar nada a respeito dessa confusão para ninguém por enquanto, entenderam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendemos. – Os outros responderam em uníssono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;~~~~~~~x~~~~~~~&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meses passaram cruelmente depressa sem que eles pudessem fazer nada para impedi-los. A situação não tinha mudado nada até o momento presente. Os senhores do bar haviam sumido sem deixar um rastro que eles pudessem seguir.&lt;br /&gt;	A primeira pessoa para quem eles falaram sobre todo o &lt;i&gt;caos&lt;/i&gt; foi a mãe de Subaru, acharam justo que ela soubesse... Até porque eles precisavam da ajuda e orientação de alguém. Taeko quase entrou em choque inicialmente, mas os ajudou como pôde assim que conseguiu se recuperar e aceitar a idéia de que agora tinha uma &lt;i&gt;filha&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;O Jimusho quis saber o que estava acontecendo, os motivos para Subaru ter se ausentado em todas as apresentações recentes. A mãe de Shibutani foi de grande ajuda na hora de justificar que ele não estava se sentindo bem. Mas com o passar do tempo foi se tornando impossível ficar um período tão longo afastado, por mais que ele participasse das gravações do programa de rádio. As cobranças de Johnny, os pedidos para que Shibutani fosse para as gravações do próximo programa de TV ou aparecesse na próxima apresentação ao vivo foram se tornando mais e mais insistentes.&lt;br /&gt;Tanto tempo já havia se passado que boatos estranhos começaram a se espalhar. Depois de mais alguns meses de procura intensa e diversas tentativas frustradas na esperança de se obter uma cura, utilizando alternativas diferenciadas que de nada adiantavam no fim, não restou mais opção... &lt;br /&gt;Shibutani decidiu por si só que a melhor solução seria deixar a Johnny’s Entertainment. Houveram protestos e muitas lágrimas, logicamente, mas no fundo todos sabiam que não havia outra solução, não havia nada que pudesse ser feito.&lt;br /&gt;	O anúncio foi primeira capa em quase todos os jornais de Osaka e em boa parte dos de Tóquio. Shibutani Subaru deixou Kanjani8 e o grupo estava tão abalado que pensava em se desfazer. Yasuda quis desistir da companhia também, ele chorou tanto e reclamou tanto que acabou perdendo a voz para a rouquidão, Murakami e Yokoyama insistiam em dizer que não adiantava nem tentar, que sem Subaru eles jamais conseguiriam continuar, Maruyama ficou quase em estado de choque e por diversas vezes deixou clara sua falta de vontade em continuar, pela primeira vez Nishikido chorou feito criança na frente dos outros, abraçando Subaru com toda a força que tinha e dizendo que sem ele as coisas jamais seriam as mesmas, Ohkura não chorou, mas adquiriu uma expressão de ódio mortal e dizia sem parar que ainda encontraria aqueles velhos e faria com que eles pagassem por todo o sofrimento que os estava fazendo passar. Shibutani tentou os acalmar apesar de estar muito abalado, disse para eles serem fortes por ele também, pediu que continuassem com o sonho de &lt;i&gt;Kanjani&lt;/i&gt; e que nunca esquecessem dele.&lt;br /&gt;	Não havia como contar as lágrimas derramadas na noite em que todos eles se abraçaram, dizendo que iam dar o melhor de si e que estariam sempre juntos, não importava o quão ruim a situação estivesse agora. Só conseguiram dormir quando o cansaço não mais permitiu que seus olhos ficassem abertos, passaram um dia inteiro deitados juntos na sala do apartamento de Murakami, abraçados e trocando carícias de conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;~~~~~~~x~~~~~~~&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual a sua programação para hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hm... Tem a gravação do programa que participo daqui a umas três horas, pela tarde tenho uma sessão de fotos e minha noite está livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quer sair comigo quando estiver livre? – Sorriu maliciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riu e envolveu sua cintura fina com seus braços. – E você está livre hoje, &lt;i&gt;senhorita&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou, - Envolveu o pescoço dele e beijou seu queixo. – Hoje era o dia de sair com o Ryo-&lt;i&gt;chan&lt;/i&gt;, mas ele está ocupado com o &lt;i&gt;dorama&lt;/i&gt; novo e ligou dizendo que não vai poder vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, entendo, mas será que os outros não vão reclamar? Já tive meu dia de folga inteiro ontem para passar com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já cansou de mim? – Perguntou fingindo mágoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De jeito nenhum, - beijou o nariz dela. – Mas... – Engoliu em seco, sem conseguir concluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela franziu o cenho. – Qual o problema, Ryuhei?&lt;br /&gt; 	&lt;br /&gt;- É só que acho que essa situação toda vai acabar ficando confusa.&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;- Como assim? – Continuava sem entender o ponto do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Quando combinamos que todo dia um de nós viria passar ao menos a noite com você estávamos cuidando para que você não se sentisse solitário e para que tivesse a certeza de que estaríamos sempre por perto e ao seu lado por mais que você não estivesse mais no grupo, não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Assentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Então... o problema é que isso, esses encontros tão constantes e tão mais íntimos estão mudando algumas coisas em nossa amizade... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Bem, - riu sem graça. – Não sei direito como explicar, mas, você não sente que algo mudou? Ou pelo menos está mudando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Algo além do fato de agora eu ter corpo de mulher? – Retrucou com leve sarcasmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- É, além disso. – Beijou os cabelos de Shibutani, sentindo o cheiro das mechas que ele insistia em manter curtas, só para ao menos ter isso de mais masculino. – Não sei... não se assuste com o que vou dizer, mas... – Afastou-se um pouco para poder olhar dentro dos olhos dela. – Acho que estou ficando mais atraído por você do que deveria e a idéia de que os outros podem estar sentindo o mesmo me deixa com um pouco de ciúmes. – Sorriu para encobrir um pouco da enorme vergonha que estava sentindo. – Tenho medo de toda essa situação acabar se tornando uma confusão, por isso tenho receio de ficar mais tempo com você do que já foi estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani desviou o olhar. – Não pensei que fosse ter problemas como esse, - desfez o abraço. – Quer dizer que só porque tenho corpo de mulher agora, não vamos mais poder ter a amizade de sempre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Não foi isso o que falei! – Segurou os braços dela para impedir que se afastasse ainda mais. – Já disse que foi essa situação toda, o fato de agora sermos só nós dois por muito mais tempo, você não acha que estamos ainda mais próximos? Mais íntimos?&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Olhou-o nos olhos com relutância. – Acho... – Deixou que ele a puxasse novamente para perto, juntando seus corpos. – Eu entendo o que você está falando e... acho que sei bem o que está sentindo... mas preferia que você não tivesse falado dessas coisas, por isso não posso deixar de ficar com raiva dessa situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Maruyama a abraçou e aplicou um beijo terno em sua face. – E por que motivo você iria preferir que eu ficasse calado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Porque detesto sentir que as coisas mudaram agora só porque o que tenho entre minhas pernas mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Não pôde deixar de rir. – Mas você deveria saber que não é só por isso, sabe bem que sempre houve uma tensãozinha entre nós, apenas preferíamos a ignorar porque sabíamos que não seria conveniente externa-la... mas agora, eu sinceramente não vejo motivo para manter segredo sobre o que sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani engoliu com dificuldade e teve que reunir forças antes de olhar nos olhos do mais alto. – Você acha que está gostando de mim, Maru?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Fez que sim com um movimento de cabeça. – Acho. E não é apenas um gostar de amigo. Mas sei bem, posso sentir, que não sou o único a me sentir assim, por isso não creio que posso fazer nada quanto aos meus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Pois eu não acho que os outros pensam como você, acho que eles me vêm com os mesmo olhos de sempre, como um amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Tenho minhas dúvidas, por isso mesmo prefiro deixar as coisas como estão, não quero prejudicar ninguém, mas já fico feliz em poder te dizer o que sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Também fico feliz que tenha me dito... agora... não entendo porquê não poderíamos tirar um pouco de vantagem dessa situação. – Sorriu com maldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Bem, você se sente atraído por mim agora, sempre me senti um pouco atraído por você, ninguém precisa saber o que fazemos nos dias em que passamos juntos... – mordeu de leve o lábio inferior antes de prosseguir. – Não tem curiosidade em saber como seria dormir comigo? Porque eu morro de curiosidade em sentir como seria fazer esse tipo de coisa sendo mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Ah... – Foi a única resposta que ele conseguiu emitir. Estava surpreso e ao mesmo tempo extremamente tentado com a idéia. Nenhum deles tinha estabelecido a regra de que era proibido levar Subaru pra cama e o próprio Subaru parecia bem interessado na idéia. Isso tudo poderia tornar as tardes que passava vendo filmes na nova casa de Shibutani, aquelas tardes que ele tanto apreciava, ainda mais interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Se você não quiser, não tem problema, - Desviou o olhar, aparentando estar sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Apoiou as duas mãos com firmeza nas costas de Shibutani e a puxou para ainda mais próximo de si, seus corpos agora estavam colados. Ela o olhou surpresa por uns instantes e então sorriu com malícia, Maruyama não resistiu mais um segundo sequer, inclinou-se com uma rapidez quase desesperada e grudou seus lábios aos dela.&lt;br /&gt;	Shibutani não demonstrou pudor algum, abrindo de imediato seus lábios, convidando a língua do mais alto que invadiu sua boca com ardor. Deixando que um som de prazer se formasse em sua garganta, ela envolveu o pescoço dele com os dois braços e ergueu uma das pernas até a altura de sua cintura, Maruyama entendeu a mensagem muda e segurou sua perna, agarrando a outra coxa dela com força e a erguendo também, fazendo com que ela envolvesse sua cintura com as pernas para só então voltar a sentir suas costas, dessa vez por debaixo da enorme camiseta que Shibutani sempre usava quando estava em casa. Deslizou as mãos pelas costas tenras, sentindo como a pele dela estava aquecida, sua outra mão tinha sido ousada suficiente para parar sobre uma das nádegas dela, apertando a região com gosto. Quando ele deslizou a mão que estava por dentro da camiseta para a frente, sentindo a barriga de Shibutani, ela fez barulhinhos de aprovação que fizeram com que o sangue de Maruyama fluísse ainda com mais velocidade para suas partes baixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani desfez o beijo e ergueu os braços, Maruyama entendeu e riu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Vamos para o quarto primeiro, - mal falou e já estava seguindo na direção desejada com Shibutani ainda em seus braços, aproveitando o momento para beijar o pescoço dela com muita vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Deitou-a na cama com cuidado e começou a ajudá-la a tirar a roupa, surpreso em perceber que não se sentia nervoso, talvez o fato de conhecer Shibutani tão bem há tanto tempo estivesse contribuindo para que ele tivesse segurança no que estava fazendo. Quando finalmente se livrou da camiseta e dos shots largos, apreciou por alguns segundos a nudez dela, seu corpo era pequeno e delicado, mas tinha músculos nos lugares certos, o que a tornava ainda mais graciosa, seus seios eram pequenos, porém proporcionais, sua cintura muito fina e quadris largos o atraíam imensamente, seus braços e pernas tinham a espessura ideal, era uma visão muito agradável, especialmente quando vista junto daquele rosto cativante, os olhos negros e expressivos que estavam ainda maiores agora que Subaru havia se tornado mulher, a boca fina e bem desenhada, as feições delicadas e harmoniosas que combinavam tão bem com o cabelo muito preto e escorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Você é linda. – Não conseguiu deixar de dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani desviou o olhar e corou levemente. – Pare de dizer coisas constrangedoras e vamos continuar, sim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Beijou os lábios dela de leve e sorriu admirado. – Certo, só um instante. – Se ergueu e seguiu apressado para a sala, onde encontrou sua bolsa e retirou de lá um pacotinho muito necessário em momentos assim. Sempre fora prevenido. Voltou para o quarto muito depressa. Shibutani riu ao ver o que ele tinha em mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- É, acho que isso se tornou ainda mais necessário agora que sou mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Maruyama concordou e riu, logo estava deitado na cama, ao lado dela e sem roupas também, beijando seu rosto e deslizando a mão pela lateral de seu corpo. Shibutani ergueu uma perna e apoiou-a no quadril do outro. O mais alto deslizou a mão pela barriga dela novamente, sentindo-se ousado o suficiente para continuar a erguendo até que sentisse a maciez do seio esquerdo de Subaru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani desfez o beijo e inclinou a cabeça para trás, respirando profundamente pela boca quando sentiu os dedos do outro apertarem com leveza o seu mamilo, fechou os olhos e arqueou de leve as costas oferecendo um melhor acesso ao outro, coisa que Maruyama aceitou de imediato, suas duas mãos agora massageavam os pequenos seios com cuidado, ele observava com admiração o semblante contorcido em puxo êxtase de Shibutani. Querendo arrumar meios de lhe proporcionar ainda mais prazer, fez com que Subaru deitasse com as costas na cama e encaixou-se entre suas pernas, em um ângulo que lhe dava total acesso a todo o corpo dela. Beijou-lhe os lábios com ardor e então desceu para o queixo, sentindo com a língua a pele delicada, seguiu beijando seu pescoço, mordiscando sua orelha e finalmente sugando com força a sua clavícula, Shibutani parecia descontrolada de prazer, mantinha os olhos fechados com força e permitia que pequenos gemidos escapassem por seus lábios, quando Maruyama começou a lamber e sugar seus mamilos ela gemeu alto e começou a mover os quadris em busca de mais contato. Maruyama sorriu satisfeito e seguiu aplicando beijos pela barriga dela, parando para lamber o seu umbigo e o piercing gélido que ela tinha ali, a respiração de Shibutani estava irregular e ela parou de respirar totalmente por longos segundos quando sentiu a língua de Maruyama tocar o seu clitóris. &lt;br /&gt;Com delicadeza ele afastou ainda mais as pernas dela e, deixando clara sua experiência no assunto, aplicou lambidas firmes exatamente nos lugares certos das partes íntimas dela. Ele beijou a parte interna de sua coxa e sugou com apreço o clitóris de Shibutani, sendo recompensado com gemidos regulares e musicais que o deixavam cada vez mais excitado.&lt;br /&gt;	Não demorou muito até que Shibutani puxasse seus cabelos com força, exigindo que ele olhasse para ela, o que ele fez de imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Não... não agüento isso... não mais... eu quero você, Ryuhei... agora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Seu nome jamais havia sido dito com tanta sensualidade. Era tão claro o quanto ela o desejava naquele momento que ele não pôde deixar de se sentir orgulhoso.&lt;br /&gt;	Sem pensar duas vezes, abriu o pacote e cobriu com cuidado seu pênis com a camisinha, Shibutani observava seus movimentos com ansiedade, estava ainda mais linda com as bochechas coradas e os lábios úmidos e muito vermelhos dos beijos que haviam trocado. Ele se deitou sobre ela e lambeu seus lábios enquanto afagava seus cabelos, Shibutani envolveu a cintura dele com suas pernas, mas Maruyama estendeu-as sobre a cama novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Ouvi dizer que assim é melhor para primeiras vezes, - esclareceu com um sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Shibutani se limitou a obedecer e continuar o observando através de olhos semi-cerrados. Maruyama ergueu um pouco o corpo, apoiando o peso na mão direta enquanto alinhava seu pênis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Pode dizer pra mim se doer, - sussurrou de encontro aos lábios de Shibutani, seus olhos fitavam os dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Se doer muito te mato depois. – Declarou com um sorrisinho sarcástico e os dois trocaram mais um beijo fervoroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Maruyama começou a pressionar seu membro contra a entrada de Shibutani, ela fechou os olhos com força e liberou ar por entre os dentes cerrados quando a ponta da glande entrou dentro dela. Ele parou e começou a beijar o seu rosto, tentando acalma-la. Quando a sua respiração tornou a se normalizar, ele arriscou empurrar mais um pouco e sentiu as unhas de Shibutani cravarem em suas costas quando a pressão foi demais e toda a glande entrou dentro dela. Sua expressão de dor estava quase sendo o suficiente para que Maruyama desistisse da idéia, a última coisa que queria era machucá-la, mas era difícil que isso não acontecesse visto que ele era muito maior do que ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Shh, desculpe, - sussurrava enquanto continuava a beijá-la. – Está tudo bem, eu vou mais devagar, desculpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Continue, - Ela comandou em meio à respiração pesada, fechou um pouco mais os dedos, arranhando as costas de Maruyama. Ele fechou os olhos também, gostando da sensação, se as coisas continuassem assim seria cada vez mais difícil para ele se controlar. – eu sei que só preciso de prática para que a dor não me incomode tanto, não deve ser muito diferente de quando eu fazia com outros homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Por alguma razão, Maruyama achou aquela declaração extremamente excitante e sentiu-se inclinado a empurrar mais uma vez, o que ele fez com um pouco mais de pressão agora que sabia que Shibutani estava disposta a suportar a dor.&lt;br /&gt;	Ela mordeu o lábio inferior, possivelmente para suprimir um grito e Maruyama parou mais uma vez, beijando seu pescoço, acariciando seus seios, fazendo o possível para diminuir sua agonia. &lt;br /&gt;Ao sentir que ela relaxava um pouco mais ele prosseguia, com muito cuidado e a custo de muita paciência ele finalmente se viu completamente enterrado dentro dela.&lt;br /&gt;	Arfando, ele deslizou uma de suas mãos pelo ventre dela até que seus dedos longos encontrassem a maciez do clitóris dela. Ele começou a o massagear de leve, apenas o vulto de um toque e só isso já foi o suficiente para que Shibutani começasse a reagir, ela movia de leve os quadris de um lado para o outro, ansiando por uma maior fricção naquela região. Não demorou até que ele atendesse ao que ela pedia, com o dedo médio ele começou a esfregar seu clitóris com firmeza, movendo-o de um lado para o outro em um ritmo regular.&lt;br /&gt;	Shibutani arqueou um pouco as pernas, espalmando as mãos no colchão e agarrando o máximo que conseguiu da colcha. Maruayma começou a se mover muito devagar, movimentos quase imperceptíveis que logo foram ganhando intensidade e velocidade. Ele sentia que poderia explodir a qualquer instante, Subaru o envolvia de forma perfeita e os sons que ela emitia faziam sua cabeça girar, a cada estocada que dava sentia que sua velocidade aumentava e sabia que não duraria muito mais.&lt;br /&gt;	Seus dedos continuavam estimulando-a, deslizando de forma irregular agora que ela estava excessivamente molhada e que seu próprio corpo começava a tremer com a proximidade do clímax. Já totalmente sem controle, ele segurou embaixo de uma das coxas de Shibutani e a ergueu, o que pareceu aprofundar ainda mais a penetração, ele liberou um gemido baixo e longo, Subaru ergueu os braços e envolveu mais uma vez o seu pescoço, puxando-o para um beijo desajeitado e ainda assim sensual, suas línguas sentiam uma a outra com o mesmo desespero que seus corpos pediam por alívio, apenas mais alguns segundos foram necessários para que Shibutani liberasse um grito rouco e jogasse a cabeça para trás, o clímax foi tão pleno que seu corpo simplesmente desfaleceu, seus braços liberando Maruyama e caindo sobre a cama como que dormentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Aproveitando o momento, ele ergueu a outra perna dela também, segurando ambas pela parte de trás dos joelhos e assim tendo um bom posicionamento e apoio para penetrá-la mais depressa. Não foram necessárias muitas investidas a mais até que ele começasse a sentir o seu alívio jorrando dentro da camisinha. O prazer que sentiu foi tão intenso que sequer conseguiu voz para externá-lo, sua boca se abriu em um grito mudo. Logo estava deitado sobre Shibutani, a boca arfando em busca de ar de encontro ao pescoço dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Isso, - Ela também soava exausta e teve que respirar profundamente antes de prosseguir. – Foi incrível, Ryuhei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei, - pausou para umedecer os lábios e beijar o pescoço dela de forma carinhosa. – Foi fantástico, obrigado. – Rolou pela cama para sair de cima dela, encontrando uma posição confortável na cama ao seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	- Não precisa agradecer besta. – Reclamou e deu um tapa estalado no braço do outro, mas tinha um sorriso satisfeito nos lábios. – Só precisa me garantir que essa não vai ser a última vez que fazemos isso. – Completou com malícia e viu-se obrigada a beijar Maruyama para calá-lo quando esse começou a rir de seu comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;Red_Drop&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;</content>
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